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Receita Federal está Inativando CNPJ de Igrejas, e demais entidades sem fins lucrativos como Associações, Ongs e Centros Espíritas. CNPJ inapto esta situação ocorre por falta de cumprimentos das obrigações acessórias dentre as quais, falta de entrega da DCTF, falta de entrega da ECF, falta de entrega da RAIS, falta de entrega da GFIP, bem como outras obrigações.

A Alves Contabilidade escritório especializado no atendimento às igrejas, associações, ONGs e outras entidades sem fins lucrativos explica o que deve fazer para regularizar quando se encontra nessa situação.

Se a sua Igreja não realizou a entrega de escriturações e de declarações nos últimos 5 anos, como as Declarações de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) , procure um contador.

Estima-se que até 3,4 milhões inscrições no CNPJ, dentre elas, milhares de igrejas, sejam declaradas inaptas até maio de 2019. Para evitar a declaração de inaptidão de sua inscrição, a Igreja deve regularizar suas escriturações e declarações dos últimos 5 anos.
Efeitos da Declaração de Inaptidão para as Igrejas

A inaptidão do CNPJ irá gerar diversos efeitos negativos para as Igrejas, como: o impedimento de participar de novas inscrições, a possibilidade de baixa de ofício da inscrição, a invalidade da utilização da inscrição para fins cadastrais, a nulidade de documentos fiscais e a responsabilização dos dirigentes pelos débitos em cobrança.

Todas as regras sobre a Inaptidão podem ser acessadas através da Instrução Normativa RFB nº 1.634 de 2016.

 Como identificar se a minha Igreja está com pendências?

O representante legal da Igreja pode consultar a existência de pendências através do eCAC. Para tal, a Igreja vai precisar do Certificado Digital.


Por ser um processo complexo, o ideal é que se conte com a ajuda de um escritório de contabilidade especializado, que saberá identificar as pendências.

 Como posso regularizar minha Igreja?

Para evitarem a declaração de inaptidão de seu CNPJ, as igrejas deverão entregar todas as escriturações fiscais e as declarações omitidas relativas aos últimos 5 anos.

Se a Igreja não se regularizar, estará sujeita à intimação e ao agravamento das multas por atraso na entrega. É importante lembrar que os custos da regularização após a intimação serão ainda maiores.

Se a sua Igreja já estiver Inativa, deve-se entregar todas as declarações omitidas. A Igreja não poderá ter nenhuma pois só assim conseguirá reverter a inaptidão.

 O que acontece seu eu não regularizar minha Igreja?

A Igreja que permanecer na condição de inapta terá sua inscrição baixada. Se as obrigações tributárias não forem, a responsabilidade recairá sobre responsáveis tributários da Igreja.

Quer regularizar uma Igreja Evangélica?

Se você precisa regularizar uma Igreja Evangélica, não deixe de ver as obrigações que as igrejas estão obrigadas a cumprir. Você vai se aprofundar mais no assunto e se preparar para organizar sua igreja.

 


Fonte: Alves Contabilidade

 

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SÃO PAULO - Os empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) caíram em 2018 pelo quinto ano consecutivo, refletindo a lenta recuperação da economia brasileira e a oferta de menos crédito subsidiado para investimentos.

O banco de fomento informou nesta terça-feira que concedeu 69,3 bilhões de reais em empréstimos no ano passado, queda de 2 por cento em relação ao ano anterior. Foi o ano mais fraco em liberações desde os 65 bilhões de reais em 2017.

Principal canal do governo federal para incentivar investimentos privados, o BNDES tem mostrado a lentidão da demanda por inversões de longo prazo no país, após ter atingido o recorde de 190 bilhões de reais desembolsados em 2013.

Desde então, além da derrocada da atividade econômica brasileira, até a pior recessão de sua história em 2015/16, o BNDES também refletiu a reviravolta na política do controlador, o governo federal, que passou a cobrar de volta os cerca de 500 bilhões de reais injetados no banco em seis anos até 2015. De lá até agosto passado, o banco devolveu ao Tesouro Nacional cerca de 280 bilhões de reais.

Além disso, houve a troca da principal referência usada para os empréstimos feitos pelo banco, da subsidiada TJLP pela TJP, mais atrelada a taxas de mercado, a partir de janeiro de 2018.

No relatório divulgado nesta terça-feira, o banco mostrou que indicadores antecedentes podem apontar uma retomada do volume de desembolsos a partir deste ano.

O documento mostrou que as aprovações, última etapa da tomada de recursos antes do efetivo desembolso, cresceram 27 por cento em 2018, no comparativo anual, a 94,9 bilhões de reais. Já as consultas ficaram estáveis em 98,8 bilhões de reais.

(Por Aluísio Alves)



Fonte: DCI - SP

 

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A desaceleração da economia global e as incertezas no mercado doméstico trazem a perspectiva de recuperação ainda lenta para a indústria em 2019, em continuidade ao desempenho decepcionante registrado no ano passado.

“Não vislumbramos uma normalização do comércio com a Argentina e o mercado de trabalho deve seguir em ritmo lento de contratações. Considerando que já houve uma melhora de crédito nos últimos anos, não vai ser isso que vai impulsionar o consumo”, explica a pesquisadora da área de economia aplicada do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), Luana Miranda.

O economista do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Rafael Cagnin, destaca que o ambiente global deve continuar desfavorável. “A economia internacional não foi das melhores no ano passado, com ritmo reduzido do comércio acirrando a concorrência. Esse cenário não deve mudar em 2019.”

Embora levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostre que o índice de confiança do empresário industrial (Icei) tenha registrado, em janeiro, o maior valor desde junho de 2010, Cagnin avalia que isso reflete mais esperança em relação ao futuro do que uma melhora concreta no presente. “A confiança com as condições atuais evolui de forma bem mais moderada do que o índice de expectativas.”

O economista aponta que a indústria ainda aguarda por uma melhora concreta que valide este otimismo. “Não adianta ter boas expectativas e olhar para o mercado parado, capacidade ociosa elevada e oferta de crédito complicada. O cenário precisa justificar o investimento”, assinala.

Cagnin entende que essa melhora na confiança é resultado da mudança de governo e agenda econômica, após a eleição de Jair Bolsonaro. “Reflete um voto de confiança. Mas o empresário ainda espera por melhoras concretas.”

Luana detalha que mesmo com a incerteza do resultado eleitoral – apontada como um dos fatores de travamento dos investimentos no ano passado – já dissipada, ainda existem muitas dúvidas sobre o futuro da economia. “O novo governo ainda está se organizando, o Congresso precisa votar as reformas e essas incertezas atrapalham novos investimentos.”

O gerente da Coordenação de Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo, faz uma leitura semelhante. “As sondagens mostram uma melhora no humor dos empresários e consumidores, o que poderia refletir em investimentos. Mas ainda é preciso esperar essa melhora na prática”, assinala.

Resultado consolidado

A CNI divulgou na última sexta-feira (01) os indicadores industriais de 2018. O faturamento teve crescimento de 4,1% no acumulado de janeiro a dezembro sobre igual período de 2017. A utilização da capacidade instalada dessazonalizada de dezembro teve queda de 0,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No mesmo dia, o IBGE publicou os índices de produção industrial, que apresentou 1,1% de crescimento no ano.

Cagnin avalia o ano como decepcionante. “Houve desaceleração da produção desde o início, causada não só por fatores pontuais, como a greve dos caminhoneiros e a crise argentina, mas por questões mais sistemáticas.” Ele aponta como exemplos um ambiente econômico e político ruim para o planejamento, melhoria do crédito apenas parcial e recuperação do mercado de trabalho ainda incipiente. “Poucos investimentos em projetos foram feitos, geralmente voltados a modernização e redução de custos. O crédito segue em patamar inferior ao que já foi antes e não ocorreu um repasse mais direto da taxa de juros básica para os empréstimos.”

As categorias com maior crescimento na produção foram bens de capital e bens duráveis. “Ambos os segmentos foram impulsionados pelo setor automotivo, com a produção de caminhões impactando esse resultado dos bens de capital”, expõe Macedo. “Sobre investimentos em máquinas e ampliação de produção, os indicadores mostraram uma queda”, pondera.



Fonte: DCI - SP

 

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Entendemos que a área da Saúde continuará com um grande volume de vagas no primeiro semestre ao menos e, já pensando na Páscoa, os setores de Logística e Varejo. A demanda é, principalmente, de posições na base da pirâmide (empregos operacionais, com salários menores) — prevê Renata Motone, coordenadora de Recursos Humanos da Luandre.

As oportunidades podem surgir, mas para não errar em aceitar ou sair de um emprego, será preciso acompanhar o cenário profissional e ter cautela. O Page Group, grupo de consultorias de Recursos Humanos, publicou um guia com as médias salariais em diversas áreas e as previsões do que deve subir, cair ou ficar estável no ano.

De acordo com Otávio Granha, gerente sênior da consultoria Page Personnel, em geral, ainda não é a hora certa para pedir aumento no trabalho.

Ainda é um momento de incerteza, com mão de obra disponível. Se a pessoa é extremamente qualificada e muito demandada pelo mercado, pode barganhar. Caso contrário, melhor esperar — disse ele, contando que apesar dos salários subirem neste ano, a baixa qualificação pode ser um entrave para a empregabilidade: — No Brasil, e mais ainda no Rio, existe uma falta de qualificação geral, seja para o posto de analista que recebe R$ 4 mil ou para gerência, com salário de R$ 20 mil. Língua estrangeira ainda é um diferencial, assim como domínio de softwares, como o Excel. E outro problema é a produtividade baixa. Existe uma grande falta de foco no trabalho.


Ana Clara Veloso

Fonte:  EXTRA

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Autônomos e trabalhadores rurais que contribuem para a Previdência Social devem estar atentos. Desde o último dia 15, eles devem preencher o novo Cadastro de Atividade Econômica da Pessoa Física (CAEPF). A medida faz parte do cronograma de ampliação do eSocial, ferramenta que unifica as prestações de informações dos empregadores em um único ambiente.

O CAEPF substitui o Cadastro Específico do Instituto Nacional do Seguro Social (CEI) . De 1º de outubro do ano passado até 14 de janeiro, a inscrição era facultativa, mas passou a ser obrigatória desde 15 de janeiro. Segundo a Receita Federal, o novo cadastro reunirá informações das atividades econômicas exercidas pela pessoa física e facilitará a garantia dos direitos dos empregados e empregadores.

Estão obrigados a preencher o CAEPF os contribuintes individuais (autônomos) nas seguintes situações: que tenha segurado que lhe preste serviço, titular de cartório (mesmo inscrito como pessoas jurídicas), produtor rural que contribua individualmente com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e pessoa física não produtora rural, mas que revende a produção rural no varejo.

Também estão obrigados a aderir ao novo cadastro os segurados especiais. Essa categoria engloba os trabalhadores rurais em regime de agricultura familiar (sem mão de obra assalariada), incluindo cônjuges, companheiros e filhos maiores de 16 anos que ajudam na produção.

Antes de preencher o CAEPF, o contribuinte deve ir ao site do eSocial, selecionar a opção Primeiro acesso e preencher o cadastro de empregador/contribuinte que aparece na tela. Em seguida, deve clicar no botão Acesso ao Sistema CAEPF para ser direcionado ao sistema da Receita Federal e inserir os dados de contribuinte individual ou segurado especial.

Quem é empregador doméstico e já está inscrito no eSocial pode ir direto ao Centro de Atendimento Virtual da Receita Federal (e-CAC) para fazer o procedimento. Não é necessário reintroduzir as informações do empregador no portal do eSocial.

Para entrar no e-CAC, o empregador deve ter um código de acesso. Para obtê-lo, o segurado precisa informar ou o número do recibo da última declaração do Imposto de Renda ou o número do título de eleitor, caso seja isento de declarar renda. Quem não tem acesso à internet deve procurar a unidade da Receita Federal mais próxima para preencher o cadastro.

Por: Wellton Máximo



Fonte: Agência Brasil

 

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